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Tomada de Decisão
 
 

Tomada de Decisão

Como você decidiu viver hoje?

Algo levou você a acordar mais cedo, a silenciar-se naquela reunião, ou a não telefonar para um amigo...uma escolha foi feita!

Pode ser que não tenha percebido, mas era você experimentando e formando seu dia. Um padrão de comportamento automático pode ter absorvido e nublado a sua percepção de como você participou da vida.

Quer estejamos conscientes ou não, mora , em nós , uma certa preguiça de lidar com o preço de estar na vida. Desconhecer a existência desta preguiça torna a tomada de decisão uma fonte de insatisfação.

Se você fizer uma pausa para ouvir o que se passa dentro de você, poderá encontrar algo parecido com...

Quero expor meus quadros, mas não quero lidar com o desconforto que são as criticas...

Quero ser profissional liberal, mas não quero abrir mão dos benefícios que tenho sendo empregado.

Quero fazer uma mudança profissional, mas não quero que meu marido se incomode com a redução momentânea da renda familiar.

Espero não ter que lidar com todo esse desconforto emocional...

Existe em nós um desejo de seguir na vida, desejo de movimento e continuidade, e também, um desejo ilusório de que é possivel estar na vida e obter satisfação, sem o esforço e sem ter que lidar com algum desconforto ou instabilidade.

O desconfortável, o instável é lidar com algo fora do padrão conhecido de comportamento.

Para alguns pode ser muito instável lidar com o silenciar-se pois será necessário dar continência a um padrão de ação continua.

O agir excessivo, pede uma tensão constante que endurece. Assim, segue-se fazendo, fazendo para obter o desejo, posso me ralar mas vou conseguir. Preguiça quem eu? Não conheço.

Para outros, o automático é o "amolecer-se" e deixar que a vida, ou o outro decida. O que parece desvantajoso para este tipo, é manter a vivacidade e a estrutura e ficar presente.

Quando se descobre o preço a pagar- o instável, o inseguro - de uma escolha, a força de vontade pode ser acionada de uma forma potente e fluida para lidar com a desvantagem. A vontade movida por esta descoberta pode ser formadora de satisfação.

E aos poucos, a melhor decisão poderá ser tomada, não a decisão certa ou errada, mas a mais satisfatória - a decisão de orientar a vida pelo que se ouve internamente.

 

Baetriz Martins Mendes Ferreira

Helper de Pathwork®

 
 

 
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